Falangeiro de Pai Seta Branca, em 03/08/2024.
“Vamos saudar os falangeiros de Francisco de Assis, Pai Seta Branca, Mestre Kuthumi; saudar as forças poderosas do bem; saudar os nossos irmãos das estrelas e todo aquele e aquela que é semeador, que planta e que, ao plantar, separa bem semente por semente e não sai correndo, desesperado, para arar a terra.
Primeiro se escolhem as sementes; primeiro se separa a boa da ruim e, com o olho muito, muito, muito delicado e com um olhar muito, muito, muito minucioso, se sabe qual é a semente boa e qual é a semente ruim.
Feito isso, haverá de conhecer a terra, haverá de tocar a terra e ver se a terra está pronta para receber a semente, porque, se colocar a semente no tempo e na lua errada, ela não vingará. E a terra não pode estar seca, não pode ter ervas daninhas, não pode estar apodrecida por outras plantações. A terra precisa ser revirada, remexida, adubada, regada, para que aquela terra forme um pequeno ninho e, naquele ninho, se possa colocar a semente — e aí ela descansará perfeitamente, porque está no local certo, na hora exata e pronta para vingar.
E, ao brotar o fruto da terra, ele já brota sabendo qual é a destinação dele: se alimento, ou se ornamento, ou se os dois. E ele haverá de vir com muitos outros, porque muitos outros também colocaram ali, naquela terra, sua semente — e os frutos haverão de crescer juntos. Mas, se aquele que plantou não cuidar, não renovar o adubo, a adubagem, não regar com a água cristalina, pura, e não conversar com o broto que vira fruto, ele não virará nada. Ele perecerá!
Estamos aqui para levar essa mensagem a todos sobre a semeadura do que os irmãos vêm semeando no planeta Terra.
Que tipo de semente se está depositando no ninho, na terra de sua vida? E, se ao depositar, se pôs no tempo certo, na hora certa e por uma justa causa? E, se ao fazê-lo, se estão cuidando do que plantaram? E se estão prontos para receberem o fruto ou as consequências do que plantaram?
Toda delicadeza com que se planta uma semente na terra é a mesma delicadeza com que precisam plantar as palavras, as ações e os pensamentos no coração dos outros — mas também no seu próprio.
Os projetos de vida, os sonhos, o que almejam — são essas as sementes que precisam ser separadas uma a uma, muito embora se queiram todas serem plantadas. O bom Deus, o Grande Arquiteto do Universo, só te deu a permissão de plantar uma! E, mesmo assim, quererás plantar dez, porque queres muito, tens muitas fomes — fomes de tudo. Se, na tua vida até agora, muitas sementes que plantou não vingaram, não eram para ti ou foste descuidado com a semeadura.
E assim sempre foi dito: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. E, quando chega a época da colheita — como agora — a humanidade inteira esperneia, se revolta, se queixa e chora. E pede e clama aos céus: “Piedade, Senhor! Misericórdia!” Mas a semeadura foi livre! Plantaram o que quiseram. Trouxeram a peste, trouxeram as enfermidades, na mesma medida em que trouxeram a medicina e a ciência em evolução.
E eu falo direto agora ao coração dos moços, ao coração das crianças: vocês ainda têm tempo de mudar. Mudem! Comece por você mesmo. O que estará você plantando amanhã no grande campo de terra da tua vida? Haverá de, lá dez, quinze anos, colher o fruto? Então escolha melhor a semente e a hora — e tudo que esse irmão está tentando alertar.
Para aqueles que já fizeram, é tarde demais? Não! Nunca é tarde. Todos podem iniciar hoje uma nova semeadura. E é o que viemos pedir aqui: comecem hoje uma nova semeadura!
Salve Deus!”
Mensagem canalizada no dia 3 de agosto de 2024, por Mãe Vera D’Ogum Ifàbùkólà Tóbi - Guia Falangeiro de Pai Seta Branca | Fraternidade Cristã Vovó Maria Conga